HMAP amplia acesso a tratamento especializado e devolve qualidade de vida a pacientes com hérnias complexas

Mais de 520 cirurgias de hérnias complexas já foram realizadas no HMAP, devolvendo qualidade de vida, mobilidade e autonomia aos pacientes. Com equipe especializada e técnicas modernas, a unidade é referência em atendimento de alta complexidade.

HMAP amplia acesso a tratamento especializado e devolve qualidade de vida a pacientes com hérnias complexas

Com equipe altamente qualificada e técnicas cirúrgicas avançadas, o Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia – Iris Rezende Machado (HMAP) já realizou mais de 520 procedimentos para correção de hérnias complexas da parede abdominal. A iniciativa integra o compromisso da gestão do prefeito Leandro Vilela em oferecer assistência especializada e de qualidade à população.

Pacientes que convivem com hérnias abdominais volumosas frequentemente enfrentam dores constantes, limitações para realizar atividades cotidianas e perda significativa da mobilidade. Para atender essa demanda, o HMAP, unidade vinculada à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aparecida de Goiânia e administrada pelo Einstein, consolidou um serviço de referência voltado ao tratamento desses casos, que exigem avaliação detalhada, planejamento individualizado e atuação integrada de diferentes especialidades.

Desde a implantação do Departamento de Hérnias Complexas, há três anos, mais de 520 cirurgias foram realizadas, proporcionando recuperação funcional e melhora da qualidade de vida de centenas de pacientes.

Para o secretário municipal de Saúde, Alessandro Magalhães, o diferencial do serviço está na combinação entre tecnologia, profissionais especializados e cuidado centrado no paciente.

“O tratamento das hérnias complexas vai muito além da cirurgia. Nosso objetivo é devolver autonomia, bem-estar e segurança aos pacientes por meio de um atendimento qualificado, planejamento individualizado e técnicas modernas de reconstrução da parede abdominal. Esse é o modelo de assistência que a gestão do prefeito Leandro Vilela busca oferecer à população”, destaca.

A hérnia da parede abdominal ocorre quando há um enfraquecimento da musculatura que permite a passagem de estruturas internas, como o intestino, através dessa abertura. O problema passa a ser considerado complexo quando apresenta grandes dimensões, defeitos extensos, infecções associadas, histórico de múltiplas cirurgias ou fatores que aumentam os riscos do tratamento, entre eles obesidade, tabagismo, doenças crônicas e alterações no processo de cicatrização.

De acordo com o cirurgião geral Cassio Gontijo, integrante do Departamento de Hérnias Complexas do HMAP, cada caso requer uma análise criteriosa para definir a melhor estratégia terapêutica.

“Cada paciente possui características próprias, por isso o tratamento começa com uma avaliação completa das condições clínicas e das particularidades de cada situação. Esse planejamento é essencial para garantir uma reconstrução segura da parede abdominal e proporcionar uma recuperação com mais qualidade de vida”, explica.

Entre os casos mais frequentes atendidos pela equipe estão as hérnias incisionais, que surgem em áreas de cirurgias anteriores devido ao enfraquecimento da parede abdominal, principalmente após procedimentos de urgência ou situações que dificultam a cicatrização. Também são comuns as recidivas, quando a hérnia reaparece após uma intervenção anterior, tornando a nova cirurgia mais complexa em razão das cicatrizes e das alterações anatômicas existentes.

O cuidado oferecido pelo HMAP é realizado por uma equipe multiprofissional composta por cirurgiões especializados, anestesistas, enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais que acompanham o paciente desde a avaliação inicial até a recuperação pós-operatória.

Segundo Cassio Gontijo, a atuação integrada da equipe é determinante para os resultados obtidos. “O tratamento das hérnias complexas exige experiência, planejamento e integração entre diferentes profissionais. No HMAP, empregamos técnicas modernas, incluindo procedimentos minimamente invasivos sempre que indicados, priorizando a segurança, a recuperação mais rápida e a qualidade de vida dos pacientes”, conclui.